Arquivo do mês: abril 2011

Ah, carros…

SÃO PAULO (já valeu o dia) – Acordei cedo para ir trabalhar e enquanto tomava o café, fiquei acompanhando a cerimônia do casamento real na Inglaterra. Meu atual trabalho não tem nada a ver com esportes ou automobilismo ou carros, mas essas minhas paixões me seguem a todo momento.

E eis que vejo o príncipe William sair com sua esposa Kate nesse brinquedinho aí abaixo. Depois disso, não precisava ver mais nada…

Príncipe William passeia com Kate Middleton em um Aston Martin Volante

Digo brinquedinho sim, porque o que diferencia os homens dos meninos é o preço dos brinquedos. Esse carro aí é um Aston Martin Volante DB6 MKII, de 1969, movido a etanol feito a partir de vinho.

O príncipe William pegou o carro emprestado do pai, o príncipe Charles, para passear com sua esposa após o casamento real. Esse é o automóvel de lazer de Charles desde o seu aniversário de 21 anos – um presente de sua mãe, a rainha Elizabeth. Mas é pouco usado; roda cerca de 500 km por ano, apenas.

O charmoso conversível, com direção do lado direito segundo rege a mão britânica, estava decorado com fitas, balões e latas amarradas no para-choques e na placa de trás estava gravado“JU5T WED” (uma corruptela para recém-casados, em inglês). A letra L na grade dianteira é usada no Reino Unido para identificar os motoristas em aprendizado (“learning”), mas pela decoração com coraçõezinhos deve ser uma brincadeira com love.

Podem até achar bobo, mas eu gosto dessas tradições e de quase tudo relacionado à família real inglesa. A começar por um de meus sobrenomes, que é Bradbury, inglês típico. Outro porque, a Abadia de Westminster, além de toda a história e importância que a cerca (dêem um google para saber mais coisas, vale muito a pena), é um dos marcos do presbiterianismo, religião que pratico. E o hino inglês, o God Save The Queen, é um dos hinos tradicionais da Igreja Presbiteriana, embora com outra letra totalmente diferente (a mesma coisa ocorre com a melodia do hino alemão, que cantamos com outra letra) em português.

É bacana tudo isso. São detalhes e tradições históricas que ainda mexem com quase todo mundo. É um conto de fadas em tempo real, transmitido ao mundo pela TV e internet com audiência estimada em pelo menos 2 bilhões de pessoas (pelo menos algumas mulheres agora têm uma ideia porque os homens gostam de ver um jogo importante de futebol na TV). São títulos de nobreza, condecorações, rituais, protocolos, convidados importantes como monarcas, reis e rainhas do mundo, chefes de estado, celebridades, tudo com pompa e circunstância. É divertido, faz o mundo real que a gente vive parecer menos chato.

Essas coisas são necessárias, no meu ponto de vista. Há quem não ligue, não ache a mínima graça. Mas essa cerimônia, coisa rara de ser ver pela TV e ao vivo, mesmo com uma grande dose de cafonice, é uma pequena fuga para nossa imaginação recuperar aqueles sonhos de infância em que tudo era bom e o mundo sorria para nós. Além do que, isso é a história sendo escrita nos nossos narizes, coisa que estarão nos livros em breve, mostrando a importância dos fatos.

Se um dia William for Rei da Inglaterra, esse casamento será obrigatoriamente citado como marco em sua trajetória. Pelo menos, com essas malfadadas linhas, eu estou aproveitando o momento histórico à minha maneira. E vendo tudo isso, tive vontade de ser príncipe por um dia para poder passear com minha princesa num carrinho desses.

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Camareros

SÃO PAULO (só na vontade) – Quando trabalhei na AG2 Publicis Modem, que faz o site da Chevrolet no Brasil, vi de antemão em fevereiro esse comercial sobre os apaixonados pelo Camaro, um ícone sobre rodas que desde os anos 60 cativa corações, ouvidos e pés-direitos de muita gente, mas que é privilégio de poucos felizardos.

São três peças muito bem produzidas, com esmero, sobre essa fissura que só os camareros conseguem explicar (ou tentam, pelo menos) e que só quem sentou em um exemplar sabe como é. São várias gerações do carro e de pessoas, que foram cativadas pelo muscle car. Os proprietários do Camaro falam sobre suas experiências com seus bólidos, desde a primeira geração até a atual. Também há relatos sobre a equipe de designers e engenheiros da Chevrolet sobre a geração atual.

O Camaro foi e é basicamente um dos maiores concorrentes do Mustang. Cada qual com suas particularidades, o Camaro chega à sua quinta geração, que também já é revendida oficialmente por aqui. O carro é uma das estrelas do filme Transformes, onde ganha vida como o robô “Bumblebee”, protetor do protagonista interpretado muito bem pelo ator Shia LaBeouf.

Eu acho esse carro um dos mais bonitos já feitos no mundo, especialmente a segunda geração, do início dos anos 70. Pena que está fora do meu alcance e, se estivesse, o motor ia reclamar de ficar andando só até a terceira marcha. Mas é um espetáculo sobre rodas.

Confira os filmes abaixo.

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Troféu Gustavo Sondermann

SÃO PAULO (excelente ideia) – No último fim de semana, quando estava gozando de meus últimos dias de férias forçadas, curtindo a Páscoa com as famílias no interior e celebrando a ressurreição de Cristo, rolou a terceira edição do SKB – Super Kart Brasil, batizada de Troféu Gustavo Sondermann, uma justíssima homenagem ao piloto que faleceu numa tragédia no autódromo José Carlos Pace, vulgo Interlagos, e que adorava correr de kart, como todo bom piloto que se preza gosta. O torneio foi disputado no kartódromo Airton Senna, vulgo Interlagos. O detalhe curioso é que para essa terceira edição foi usado o traçado no sentido inverso, deixando o desafio mais difícil e divertido.

Cobri as duas primeiras edições, mas infelizmente não fui nessa. O importante é que essa iniciativa pegou. iniciativa de pilotos, claro. Sem firula. Com raça. Os sete bastiões da empreitada são Paulo Carcasci, Ruben Carrapatoso, André Nicastro, Renato Russo, Dennis Dirani, Danilo Dirani e Sérgio Jimenez; palmas para eles. o SKB 3 contou ainda com alguns pilotos de renome internacional, como Rafael Suzuki (Fórmula 3 Japonesa) e Leonardo Cordeiro (GP3 Series).

Jimenez em sua tradicional comemoração

Foram 2o corridas e oito treinos em dois dias, com disputas para todos os gostos. E na categoria principal (Graduados), deu Jimenez. O piloto de Piedade/SP venceu por apenas um ponto de vantagem para André Nicastro (71 a 70) e levantou a taça. Sergio vibrou muito com o título e com a consolidação do torneio.

“Como piloto estou contente pelo título e, como promotor, estou mais contente ainda pelo sucesso do evento. Queremos fazer um campeonato de alto nível técnico, com premiação para os pilotos e sempre com um grande número de pilotos”, disse Jimenez. “Tive uma semana difícil, já que não tive o kart mais rápido da pista. Mas consegui o título na base da constância”, completou.

E mais organizadores faturaram o primeiro lugar em suas categorias, fazendo jus ao nome do piloto que batizou o Troféu.

Danilo Dirani celebra o título na Shifter

Danilo Dirani foi o grande nome da Stock AIG Shifter Kart depois de vencer três das quatro corridas do fim de semana. “Foi uma etapa de consagração, porque tivemos algumas dificuldades para chegar ao melhor acerto do kart. Consegui a pole position para as duas primeiras provas, e neste domingo consegui poupar pneus para a última bateria de hoje (sábado), que valia mais pontos. E, fora isso tudo, há a grande satisfação de ter dado tudo certo com o evento. Estamos fazendo o possível para manter o foco na nossa meta, de desenvolver o melhor campeonato do Brasil, nas melhores pistas, com os melhores pilotos”, comentou o piloto que compete na Fórmula Truck.

Já na divisão Sênior da Shifter, o título ficou com Renato Russo, que é o único tricampeão do torneio. Ele venceu as edições do Velopark e as duas de Interlagos – no sentido tradicional e no inverso.

SARAVÁ

Na categoria MG Tires Sênior o título ficou com o paulista Diogo Zucarelli, vencedor das duas baterias deste sábado em Interlagos. Antigo adversário de Ruben Carrapatoso e André Nicastro no final dos anos 1990, Zucarelli estava afastado das pistas havia 10 anos. Voltou com vitória na Copa São Paulo Light, realizada em Interlagos há uma semana, e venceu novamente neste sábado colocando em prática uma estratégia inusitada.

Depois de um começo difícil, marcado por quebras no treino classificatório e na primeira corrida, Zucarelli espalhou cabeças de alho por seu box e correu com alguns dentes de alho no bolso esquerdo do macacão. Deu certo. Na segunda bateria do evento, ainda na sexta-feira, Diogo largou em último e chegou em quarto. E neste sábado venceu duas vezes. Não é só jogador de futebol que tem suas superstições. Nesse caso, a mandinga funcionou no kart também.

“Estava parado há muito tempo, e voltei a treinar e a correr pensando em disputar o SKB. Consegui voltar à ativa de forma competitiva, e isso me deixou feliz porque vejo que toda a dedicação que tive ao esporte a motor no passado não foi em vão. Pertenci a uma geração muito talentosa, e por mais que muitos de nós não tenham chegado à Fórmula 1 ou a Fórmula Indy, conseguimos praticar o esporte que amamos em um nível muito alto de competitividade”, comentou Zucarelli, que também foi contemporâneo de Felipe Massa no kart.

Entre os mais jovens do torneio, o campeão da Super Cadete, João Pedro Guim, surpreendeu. Invicto nas duas edições do SKB das quais participou, ele acumula oito vitórias na competição e neste sábado somou mais que o dobro de pontos do segundo colocado, Felipe Drugovich. Já o título na Júnior ficou com Bruno Bertoncello, de 12 anos de idade.

Vida longa ao SKB!

Sérgio Sondermann, pai do piloto Gustavo Sondermann, com o troféu que leva o nome de seu filho entre os organizadores do SKB

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Música para ouvir

SÃO PAULO (veloz) – Nas próximas edições desta seção do blog, vou pingar umas músicas que têm a ver com carros, velocidade, automobilismo, essas coisas que a gente quase não gosta…

Já coloquei a do Roberto Carlos ali embaixo, agora vamos com uma internacional.

Enjoy!

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De novo, infelizmente…

SÃO PAULO (triste²) – Aconteceu de novo. Mais um piloto acabou morrendo em Interlagos. Mas antes que se comece a demonizar a pista, tudo leva a crer que foi uma fatalidade o que aconteceu com Paulo Kunze, piloto da categoria Light da Stock Paulista, que usa os antigos Chevrolet Omega da Stock Car fabricados entre 1993 e 1998, com quase toda a carenagem feita em fibra de vidro e com gaiola reforçada de tubos de aço.

Kunze, piloto e empresário e um dos dinossauros da categoria, tinha 67 anos acabou por falecer ontem (quarta) pela manhã em decorrência dos ferimentos após o acidente, ocorrido na entrada da reta oposta em Interlagos, no último domingo.

Fica difícil saber as reais causas da morte sem um vídeo da batida, apenas com as notícias e relatos de testemunhas que afirmam que o Omega de Kunze bateu em outros dois carros antes de capotar e saltar por sobre a barreira de proteção, indo cair fora da área de segurança da pista. É tolice querer analisar isso e saber as causas do acidente, seria só especulação que não leva a nada. E nem tenho de analisar nada, isso cabe às autoridades competentes.

Outra coisa, a morte dele não tem nada a ver com a idade. Para desmistificar isso, temos na Fórmula Truck o interminável Pedro Muffato, com seus 70 anos, que ainda dá muito trabalho para os mais jovens na categoria dos caminhões. Só vi Paulo Kunze uma vez, de relance, numa das etapas de 2008 ou 2009 da Stock Paulista, não lembro direito. Me chamou a atenção o fato daquele homem já de cabelos meio brancos ainda pilotar.

Mas esse acidente é mais um alerta para que a CBA trate de fazer as coisas direito na parte de segurança do automobilismo nacional. São várias categorias filiadas à entidade, que é responsável por zelar pela segurança delas, dos autódromos e dos astros do espetáculo – os pilotos. Esse ano já foram três mortes em Interlagos (um fotógrafo num track day de moto, Sondermann e Kunze), mais um mecânico numa prova de rua de kart em Jarinu. Ano passado foi uma morte em Fortaleza numa prova de monopostos, outra em Curitiba na arrancada, mais uma em Cascavel numa corrida de kart.

A bruxa está solta. Mas falta força de vontade para tirar o traseiro das cadeiras e começar a fazer algo que realmente seja eficaz para acabar com essas fatalidades, que nem são tão fatalidades assim vide o descaso com o esporte no Brasil todo. O alerta já está aceso faz tempo. Que os responsáveis pelo automobilismo nacional comecem a agora, pois, a rever e aumentar ainda mais os padrões de segurança, seja dos circuitos, seja dos carros e dos equipamentos de segurança, como bancos, capacetes, chassis, estruturas, macacões, equipes de resgate, e tudo mais que envolva o automobilismo.

Tome como exemplo a Nascar, nos EUA, que há dez anos não tem um acidente fatal. Lá a segurança é item primordial, com análises minuciosas e extremamente criteriosas antes do começo de cada temporada. Se não se tem condição de correr, não corre. Já que por aqui gostam tanto de copiar o que vem de fora, que copiem isso, pelo menos.

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Jesus, alegria dos homens

Divinamente lindo. E engenhoso.

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De carona com o “japonês”

SÃO PAULO (tirando tinta) – Muito legal essa câmera onboard no carro do Allam Khodair. É um resumo da prova de Ribeirão Preto. E por aí você vê como o piloto tem uma dificuldade de enxergar as curvas e os cantos do carro (a câmera está um pouco acima do capacete do piloto). Dá até para se encolher um pouco quando o muro chega perto, passa raspando. E muitas vezes, raspa mesmo.

Já andei em algumas “voltas rápidas”, que são as promoções que os patrocinadores fazem com o público e alguns convidados nos carros de volta rápida preparados pelas equipes(esse carro tem um banco de passageiro). Na linha de visão do piloto, você não vê o bico do carro e mal sabe onde está a curva. O segredinho é olhar para frente para ver a continuidade da pista, ou seja, você já viu a curva e sabe que ela está chegando, aí contorna olhando para onde a pista vai, quase no feeling.

Então confiram a carona com o “japonês” da Stock. Que na verdade, é descendente de libaneses.

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Ribeirão Preto é bão, sô…

SÃO PAULO (puxando o érre) – No último domingo aconteceu mais uma etapa da Copa Caixa Stock Car, a terceira, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. E a vitória ficou com um “caipira”. Pela segunda vez.

Átila Abreu, piloto de Sorocaba e com quem tive o prazer de trabalhar em 2010, obteve sua segunda vitória na categoria, curiosamente as duas no circuito de rua de Ribeirão Preto, que recebe pela segunda vez na sua história uma das principais categorias de turismo do país.

Ainda carregando um leve sotaque interiorano, Átila, emocionado pela conquista, dedicou a vitória a Gustavo Sondermann, piloto que faleceu num acidente em Interlagos há pouco mais de duas semanas. Sondermann foi companheiro de equipe do sorocabano em 2010.

“Foi uma vitória muito mais difícil e desgastante do que no ano passado. Apesar disto tive um ritmo muito bom, a equipe AMG me deu um carro bem equilibrado e fizemos uma boa estratégia de pit stop, onde eles novamente mostraram toda a sua eficiência, me devolvendo na liderança”, declarou Átila, que fez questão de acrescentar. “Quero dedicar esta vitória em memória ao Gustavo (Sondermann), meu companheiro de equipe no ano passado e uma pessoa maravilhosa. Valeu Gustavo”.

O piloto da AMG agora já pode ser chamado de o “Rei de Ribeirão”. E, segundo ele mesmo, o clima da cidade casa perfeitamente com suas raízes, onde interior com interior se entendem muito bem: “Sou do interior, sempre fui bem acolhido pelo povo daqui de Ribeirão Preto e por isto fico feliz em correr e vencer aqui”, disse.  E a equação Átila+AMG+Ribeirão=vitória está virando fórmula definitiva na capital do etanol. É que para o ano que vem, a prefeitura de lá quer fazer o circuito em outra área da cidade, então, a se confirmar isso, a marca do sorocabano ficará para sempre.

Largando em terceiro, Abreu fez uma corrida impecável. Logo no início da prova, com melhor equipamento e arriscando mais, passando rente aos muros, Átila ultrapassou Cacá Bueno na terceira volta. O tricampeão da categoria teve um início difícil de prova, com problemas na caixa de direção de seu Peugeot e logo foi passado também por Allam Khodair.

Após perseguir o líder Luciano Burti, que havia largado na pole-position, o piloto da AMG Motorsport fez o seu pitstop obrigatório na sexta volta , que foi a chave do sucesso. Com o trabalho eficiente da equipe, Átila voltou na nona posição, mas os outros pilotos também tinham de parar e logo ele assumiu a ponta.

O calor intenso, os muros próximos e o desgaste dos freios no circuito de rua deixaram a prova mais emocionante. Algumas escapadas de pista foram normais, caso dos pilotos Luciano Burti, Alceu Feldmann, Antonio Pizzonia, Tuka Rocha e Rodrigo Navarro, mas não atrapalharam a prova. O Safety-Car foi acionado algumas vezes, mas em todas as relargadas, Átila se manteve na ponta e, inteligentemente, foi usando o push-to-pass que havia economizado durante a prova para receber a bandeirada quadriculada sem ninguém à sua frente.

E Khodair, que tanto se esforçou para ser o primeiro, vacilou assim que foi dada a última relargada, na volta 33, e perdeu o segundo posto para Max Wilson, que fechou a corrida nessa posição e é novo líder do campeonato. Cacá Bueno, que também dispunha de uma reserva para ultrapassar, ganhou o terceiro posto e completou o pódio.

Para uma prova de rua, saldo positivo de poucos acidentes, nenhuma bandeira vermelha e muita emoção.

Etapa de Ribeirão Preto – final:

1) Átila Abreu (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), 38 voltas 49min25seg193mil;
2) Max Wilson (Eurofarma RC/Chevrolet), a 0.959;
3) Cacá Bueno (Red Bull Racing/Peugeot), a 3.204;
4) Allam Khodair (Blau Vogel/Chevrolet), a 4.723;
5) Ricardo Mauricio (Eurofarma RC/Chevrolet), a 5.728;
6) Marcos Gomes (Medley FullTime/Peugeot), a 6.627;
7) Xandinho Negrão (Medley FullTime/Peugeot), a 7.010;
8) Thiago Camilo (RCM Motorsport/Chevrolet), a 7.725;
9) Julio Campos (Scuderia 111/Peugeot), a 8.509;
10) Popó Bueno (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 9.459;
11) Felipe Maluhy (Officer ProGP/Chevrolet), a 10.866;
12) Giuliano Losacco (Hot Car Competições/Chevrolet), a 11.374;
13) Eduardo Leite (Hot Car Competições/Chevrolet), a 12.110;
14) Duda Pamplona (Officer ProGP/Chevrolet), a 12.673;
15) Valdeno Brito (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 13.825;
16) Lico Kaesemodel (RCM Motorsport/Chevrolet), a 16.646;
17) Cláudio Ricci (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 17.764;
18) Diego Nunes (Bassani Racing/Peugeot), a 18.114;
19) David Muffato (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 1 Volta;
20) Alan Hellmeister (Scuderia 111/Peugeot), a 1 Volta;

Abandonaram:
21) Rodrigo Navarro (JF Racing/Peugeot), a 4 Voltas;
22) Rodrigo Sperafico (JF Racing/Peugeot), a 5 Voltas;
23) Tuka Rocha (BMC Vogel/Chevrolet), a 9 Voltas;
24) Daniel Serra (Red Bull Racing/Peugeot), a 10 Voltas;
25) Luciano Burti (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 12 Voltas;
26) Nonô Figueiredo (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 14 Voltas;
27) Alceu Feldmann (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 17 Voltas;
28) Betinho Valério (Amir Nasr Racing/Peugeot), 20 Voltas;
29) Antonio Pizzonia (Amir Nasr Racing/Chevrolet), a 27 Voltas;
30) Antonio Jorge Neto (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), a 29 Voltas;
31) Ricardo Zonta (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 35 Voltas;
32) Denis Navarro (Bassani Racing/Peugeot), a 38 Voltas.

Classificação da Copa Caixa Stock Car depois de três etapas:

1) Max Wilson, 52 pontos;
2) Thiago Camilo, 47;
3) Átila Abreu e Cacá Bueno, 46;
5) Ricardo Maurício, 28;
6) Ricardo Zonta, 24;
7) Popó Bueno, 22;
8) Daniel Serra, 21;
9) David Muffato, Júlio Campos e Duda Pamplona, 18;
12) Luciano Burti, 16;
13) Allam Khodair e Felipe Maluhy, 14;
15) Marcos Gomes, 12;
16) Giuliano Losacco, 10;
17) Xandinho Negrão, 9;
18) Eduardo Leite, 6;
19) Valdeno Brito, 4;
20) Lico Kaesemodel, 1 ponto.

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Rei

SÃO PAULO (por isso eu corro demais) – Meio atrasado, mas acho que vale ainda. Sempre gostei de Roberto Carlos, que minha mãe ouvia frequentemente na vitrola ou no toca-fitas de casa.

E como o Rei sempre teve sua vida e suas músicas relacionas a a carros e velocidade, aqui vai uma desculpa boa para correr (só naquela época, atualmente é impossível) com o carro em forma de canção. Podem até chamar de brega, mas eu adoro.

São 70 anos de uma vida que espero que continue por muito tempo. Parabéns! Vida longa ao Rei.

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I got a feeling caipira

SÃO PAULO (folk’n’roll) – Continuando a fase musical deste blog mequetrefe, fuçando na net me deparei com este achado.

Uns doidos caipiras do sul dos EUA montaram uma banda de bluegrass, estilo musical sulista e que mistura vários outros estilos como Country e Folk, e que faz covers interessantes de músicas mais conhecidas.

Tem desde o tema do Super Mario Bros. com banjo e contrabaixo até Beyoncé com Single Ladies, passando por Katy Perry e Bruno Mars. No youtube tem uma porção de vídeos dessa banda chamada The Cleverlys.

Mas aposto que você nunca tinha visto Black Eyed Peas desse jeito. Sensacional!!!

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