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É verdade!

Não é loucura. É esporte!

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“Amor, tira essa câmera daí!”

SÃO PAULO (“tá em modo de espera”) – O sorocabano Átila Abreu, piloto da equipe AMG na Stock Car, que é capitaneada pelo multicampeão Ingo Hoffmann, postou no YouTube e no Facebook um vídeo onde ele leva sua namorada, a apresentadora Renata Fan, a bordo do carro de “volta rápida” da Stock, que nada mais é que um carro promocional com um assento a mais para o passageiro. E ele dá uma judiada de leve na carona.

Como não podia deixar de ser, a moçoila se apavora com a pilotagem do amado, chegando a dar uns tapas nele. Ele lá, tranquilão, sem nem pisar muito fundo e toda hora destampando a visão de Renata, que cobria os olhos, para que ela “curtisse” o passeio. Hilário!!! E ainda tenta dar um “migué” que a luz vermelha da câmera é o “modo de espera, não está gravando”. E ele ainda tem a manha de perguntar se ela queria dar mais uma voltinha.. Quero ver o que a apresentadora vai planejar para dar o troco no piloto!

Veja:

Na hora que eu vi, me lembrei deste vídeo aqui do Riccardo Patrese, ex-piloto da Fórmula 1, que também levou sua esposa para um passeio num Honda Civic Type-R. Ela se apavora bem mais, e quando ele passa por sobre as zebras então… O mais legal é ela xingando o marido: “Riccardo, frena!!! Ma é stronzo, va’ fa’ un culo…”

Confira:

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Radical Chic

SÀO PAULO (ah, se eu fosse homem…) – Eu mal consigo andar no plano sem torcer o tornozelo, imagine fazendo isso aí…

Essas garotas são as Longboard Girls Crew, deslizando por la sierra de Madrid. E mandam muito bem. Elas tem até um site e uma página no facebook. Radical!

Um dia eu tentei fazer algo parecido com isso – num skate descendo a calçada com degraus e rampas de garagem – e quase perdi um dedo (mais um), a cicatriz imensa não me deixa mentir. Por isso prefiro só admirar a coragem e a habilidade. Ralar-se desse jeito e sair dando risada não é pra qualquer um, não…

 

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Nas ruas de Mônaco (2)

SÃO PAULO (estupidez sem tamanho) – Lewis Hamilton, no fim da prova, deu uma entrevista desastrosa e extremamente infeliz à rede britânica BBC. Foi sua pior entrevista de todos os tempos. O inglês destilou sua irritação com os colegas pilotos e com os comissários de prova pela punição recebida ante as manobras tresloucadas que causaram, por baixo, três acidentes na prova monegasca.

O inglês da McLaren chamou Felipe Massa e Pastor Maldonado, que foram atingidos por ele de “burros” e “ridículos”. Além disso, acusou os comissários de estarem sendo racistas nas decisões contra ele. O inglês reclamou por ter sido punido ao tentar ultrapassagens. Confira abaixo as bobagens que ele disse a final do GP de Mônaco.

Nas últimas seis corridas, fui chamado à torre pelos comissários cinco vezes. É brincadeira. (…) Aqui é difícil de ultrapassar e você tem de aproveitar qualquer chance. Com Massa, eu era muito mais rápido, coloquei por dentro e ele virou em cima de mim, até tentei evitar a batida. Mas é claro que eu recebi o pênalti. Ontem, ele me atrapalhou no treino e eu que fui punido, claro. Ele bateu em mim e eu levei o pênalti. Com Maldonado, eu estava por dentro e ele virou muito antes para tomar a curva, para evitar minha ultrapassagem, e bateu em mim. É estúpido, ridículo [se referindo aos pilotos].

Aí a repórter pergunta: por que você acha que atrai tantas punições?

Talvez por que eu seja negro. Lewis dá uma risadinha depois de dizer isso e acrescenta: Como diz Ali G… Não sei. Ali G é um personagem vivido pelo comediante Sacha Baron Cohen, aquele de “Borat”, que tem um talk show no Channel Four, na Inglaterra. Depois, foi pedir desculpas aos comissários pelo que descreveu como “piada infeliz”. Põe infeliz nisso.

Lewis anda achando que é o rei da cocada e não é de hoje. É um excelente piloto, jovem campeão do mundo, tem muito ímpeto e uma habilidade ímpar. Mas também tem uma grande falta de noção em vários momentos, coisa que Sebastian Vettel, por exemplo, vem se acertando aos poucos e deixando de cometer erros gradativamente. Hamilton hora ou outra vacila e quer ir com tudo, oscila demais. Não é assim que a banda toca. Não se pode querer ganhar a todo custo, como vez ou outra o Schumacher faz.

Acho ótimo que se tenha pilotos com gana como ele, que buscam o máximo a todo momento. Só não pode ser desse jeito. Bacana que ele tenha tentado tudo o que podia numa pista onde não se pode quase nada, mas passou do limite e merece mais que um puxão de orelha dos comissários. Precisa de um castigo bem dado e de alguém que sente com ele e explique com detalhes os porquês da punição, senão vai ficar esse chororô todo que vimos aí.

Lewis tomou um drive-through porque empurrou Massa na Loews. Pouco antes Di Resta fez o mesmo com Alguersuari e tomou a mesma punição. O problema não foi nem colocar o carro por dentro, subindo na calçada; mas, sim, empurrar o cara do lado de fora para a parede, forçando a barra.

Aqui tem o vídeo das câmeras onboard de Massa e Hamilton. Na primeira volta, o inglês tomou um passão de Schumacher nesse mesmo ponto, mas o alemão já tinha o carro emparelhado na freada mais forte e encaixou meio carro na tangência, uma manobra de manual de pilotagem. Mas Lewis quis fazer o mesmo, só que nesse ponto não dava. Veja:

Agora, veja abaixo o momento da manobra que tirou Pastor Maldonado da pista. O venezuelano só muda a trajetória uma única vez, como o permitido pelo regulamento, e deixa a linha mais suja para Hamilton. Mas o inglês não pega velocidade e distância suficiente para passar o piloto da Williams por dentro, já que Maldonado continua acelerando e divide a curva. E convenhamos, ninguém é obrigado a brecar o carro para permitir nenhuma ultrapassagem. Pastor tem meio carro à frente até a Saint Dévote. Que Hamilton se espremesse onde lhe era possível ou tirasse o pé, não fazer o que ele fez, jogar Maldonado para fora só porque estava na parte de dentro na curva. Nem na Fiak (Federação Internacional dos Andadores de Kart), campeonato dos jornalistas, nós fazemos isso…

Realmente, Lewis tem culpa nos dois incidentes, e ainda sai reclamando barbaridade. Massa não bateu por causa do empurrão, ele escapou no túnel quando pegou a sujeira dos restos de pneus e bateu na parede, no prosseguimento da disputa com Hamilton, mas sem toques dessa vez.

Para efeito de comparação com a manobra errada sobre Massa, veja aos 45 segundos desse vídeo a manobra de Schumacher no mesmo ponto da pista.

Hamilton já se desculpou na imprensa. Pediu desculpas a Massa e Maldonado também, via twitter.

Eu gostaria de me desculpar pela minha performance no último fim de semana e também pelos meus comentários depois (da corrida). Eu nunca tive a intenção de ofender ninguém. Eu também gostaria de agradecer a todos aqui (no Twitter) pelas mensagens positivas e também pelas irritadas. Eu respeito ambas. Para Massa e Maldonado, com todo respeito, eu peço desculpas se os ofendi. Os dois são pilotos fantásticos, que eu considero muito – escreveu Hamilton.

Mesmo assim, triste. Mais uma pequena mácula na carreira de um brilhante piloto, que dá umas pisadas de bola fenomenais de vez em quando.

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Detalhes…

SÃO PAULO (questão de estilo) – Um comparativo entre as voltas de Vettel e Webber na classificação, respectivamente primeiro e segundo. Dá pra perceber porque um é mais rápido que outro tendo carros iguais: estilo de pilotagem.

Em algumas revistas eu lembro de comparativos assim em curvas, feitas com fotos sobrepostas, dava pra ver claramente a linha entre dois pilotos (se não me engano, com Kimi Raikkonem e Felipe Massa, na Ferrari), onde um era mais agressivo e outro mais técnico. Isso dá os tais 400 milésimos, quase 3 metros de diferença. A 300 km/h, isso é muita coisa.

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Camareros

SÃO PAULO (só na vontade) – Quando trabalhei na AG2 Publicis Modem, que faz o site da Chevrolet no Brasil, vi de antemão em fevereiro esse comercial sobre os apaixonados pelo Camaro, um ícone sobre rodas que desde os anos 60 cativa corações, ouvidos e pés-direitos de muita gente, mas que é privilégio de poucos felizardos.

São três peças muito bem produzidas, com esmero, sobre essa fissura que só os camareros conseguem explicar (ou tentam, pelo menos) e que só quem sentou em um exemplar sabe como é. São várias gerações do carro e de pessoas, que foram cativadas pelo muscle car. Os proprietários do Camaro falam sobre suas experiências com seus bólidos, desde a primeira geração até a atual. Também há relatos sobre a equipe de designers e engenheiros da Chevrolet sobre a geração atual.

O Camaro foi e é basicamente um dos maiores concorrentes do Mustang. Cada qual com suas particularidades, o Camaro chega à sua quinta geração, que também já é revendida oficialmente por aqui. O carro é uma das estrelas do filme Transformes, onde ganha vida como o robô “Bumblebee”, protetor do protagonista interpretado muito bem pelo ator Shia LaBeouf.

Eu acho esse carro um dos mais bonitos já feitos no mundo, especialmente a segunda geração, do início dos anos 70. Pena que está fora do meu alcance e, se estivesse, o motor ia reclamar de ficar andando só até a terceira marcha. Mas é um espetáculo sobre rodas.

Confira os filmes abaixo.

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De carona com o “japonês”

SÃO PAULO (tirando tinta) – Muito legal essa câmera onboard no carro do Allam Khodair. É um resumo da prova de Ribeirão Preto. E por aí você vê como o piloto tem uma dificuldade de enxergar as curvas e os cantos do carro (a câmera está um pouco acima do capacete do piloto). Dá até para se encolher um pouco quando o muro chega perto, passa raspando. E muitas vezes, raspa mesmo.

Já andei em algumas “voltas rápidas”, que são as promoções que os patrocinadores fazem com o público e alguns convidados nos carros de volta rápida preparados pelas equipes(esse carro tem um banco de passageiro). Na linha de visão do piloto, você não vê o bico do carro e mal sabe onde está a curva. O segredinho é olhar para frente para ver a continuidade da pista, ou seja, você já viu a curva e sabe que ela está chegando, aí contorna olhando para onde a pista vai, quase no feeling.

Então confiram a carona com o “japonês” da Stock. Que na verdade, é descendente de libaneses.

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Ribeirão Preto é bão, sô…

SÃO PAULO (puxando o érre) – No último domingo aconteceu mais uma etapa da Copa Caixa Stock Car, a terceira, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. E a vitória ficou com um “caipira”. Pela segunda vez.

Átila Abreu, piloto de Sorocaba e com quem tive o prazer de trabalhar em 2010, obteve sua segunda vitória na categoria, curiosamente as duas no circuito de rua de Ribeirão Preto, que recebe pela segunda vez na sua história uma das principais categorias de turismo do país.

Ainda carregando um leve sotaque interiorano, Átila, emocionado pela conquista, dedicou a vitória a Gustavo Sondermann, piloto que faleceu num acidente em Interlagos há pouco mais de duas semanas. Sondermann foi companheiro de equipe do sorocabano em 2010.

“Foi uma vitória muito mais difícil e desgastante do que no ano passado. Apesar disto tive um ritmo muito bom, a equipe AMG me deu um carro bem equilibrado e fizemos uma boa estratégia de pit stop, onde eles novamente mostraram toda a sua eficiência, me devolvendo na liderança”, declarou Átila, que fez questão de acrescentar. “Quero dedicar esta vitória em memória ao Gustavo (Sondermann), meu companheiro de equipe no ano passado e uma pessoa maravilhosa. Valeu Gustavo”.

O piloto da AMG agora já pode ser chamado de o “Rei de Ribeirão”. E, segundo ele mesmo, o clima da cidade casa perfeitamente com suas raízes, onde interior com interior se entendem muito bem: “Sou do interior, sempre fui bem acolhido pelo povo daqui de Ribeirão Preto e por isto fico feliz em correr e vencer aqui”, disse.  E a equação Átila+AMG+Ribeirão=vitória está virando fórmula definitiva na capital do etanol. É que para o ano que vem, a prefeitura de lá quer fazer o circuito em outra área da cidade, então, a se confirmar isso, a marca do sorocabano ficará para sempre.

Largando em terceiro, Abreu fez uma corrida impecável. Logo no início da prova, com melhor equipamento e arriscando mais, passando rente aos muros, Átila ultrapassou Cacá Bueno na terceira volta. O tricampeão da categoria teve um início difícil de prova, com problemas na caixa de direção de seu Peugeot e logo foi passado também por Allam Khodair.

Após perseguir o líder Luciano Burti, que havia largado na pole-position, o piloto da AMG Motorsport fez o seu pitstop obrigatório na sexta volta , que foi a chave do sucesso. Com o trabalho eficiente da equipe, Átila voltou na nona posição, mas os outros pilotos também tinham de parar e logo ele assumiu a ponta.

O calor intenso, os muros próximos e o desgaste dos freios no circuito de rua deixaram a prova mais emocionante. Algumas escapadas de pista foram normais, caso dos pilotos Luciano Burti, Alceu Feldmann, Antonio Pizzonia, Tuka Rocha e Rodrigo Navarro, mas não atrapalharam a prova. O Safety-Car foi acionado algumas vezes, mas em todas as relargadas, Átila se manteve na ponta e, inteligentemente, foi usando o push-to-pass que havia economizado durante a prova para receber a bandeirada quadriculada sem ninguém à sua frente.

E Khodair, que tanto se esforçou para ser o primeiro, vacilou assim que foi dada a última relargada, na volta 33, e perdeu o segundo posto para Max Wilson, que fechou a corrida nessa posição e é novo líder do campeonato. Cacá Bueno, que também dispunha de uma reserva para ultrapassar, ganhou o terceiro posto e completou o pódio.

Para uma prova de rua, saldo positivo de poucos acidentes, nenhuma bandeira vermelha e muita emoção.

Etapa de Ribeirão Preto – final:

1) Átila Abreu (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), 38 voltas 49min25seg193mil;
2) Max Wilson (Eurofarma RC/Chevrolet), a 0.959;
3) Cacá Bueno (Red Bull Racing/Peugeot), a 3.204;
4) Allam Khodair (Blau Vogel/Chevrolet), a 4.723;
5) Ricardo Mauricio (Eurofarma RC/Chevrolet), a 5.728;
6) Marcos Gomes (Medley FullTime/Peugeot), a 6.627;
7) Xandinho Negrão (Medley FullTime/Peugeot), a 7.010;
8) Thiago Camilo (RCM Motorsport/Chevrolet), a 7.725;
9) Julio Campos (Scuderia 111/Peugeot), a 8.509;
10) Popó Bueno (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 9.459;
11) Felipe Maluhy (Officer ProGP/Chevrolet), a 10.866;
12) Giuliano Losacco (Hot Car Competições/Chevrolet), a 11.374;
13) Eduardo Leite (Hot Car Competições/Chevrolet), a 12.110;
14) Duda Pamplona (Officer ProGP/Chevrolet), a 12.673;
15) Valdeno Brito (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 13.825;
16) Lico Kaesemodel (RCM Motorsport/Chevrolet), a 16.646;
17) Cláudio Ricci (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 17.764;
18) Diego Nunes (Bassani Racing/Peugeot), a 18.114;
19) David Muffato (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 1 Volta;
20) Alan Hellmeister (Scuderia 111/Peugeot), a 1 Volta;

Abandonaram:
21) Rodrigo Navarro (JF Racing/Peugeot), a 4 Voltas;
22) Rodrigo Sperafico (JF Racing/Peugeot), a 5 Voltas;
23) Tuka Rocha (BMC Vogel/Chevrolet), a 9 Voltas;
24) Daniel Serra (Red Bull Racing/Peugeot), a 10 Voltas;
25) Luciano Burti (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 12 Voltas;
26) Nonô Figueiredo (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 14 Voltas;
27) Alceu Feldmann (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 17 Voltas;
28) Betinho Valério (Amir Nasr Racing/Peugeot), 20 Voltas;
29) Antonio Pizzonia (Amir Nasr Racing/Chevrolet), a 27 Voltas;
30) Antonio Jorge Neto (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), a 29 Voltas;
31) Ricardo Zonta (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 35 Voltas;
32) Denis Navarro (Bassani Racing/Peugeot), a 38 Voltas.

Classificação da Copa Caixa Stock Car depois de três etapas:

1) Max Wilson, 52 pontos;
2) Thiago Camilo, 47;
3) Átila Abreu e Cacá Bueno, 46;
5) Ricardo Maurício, 28;
6) Ricardo Zonta, 24;
7) Popó Bueno, 22;
8) Daniel Serra, 21;
9) David Muffato, Júlio Campos e Duda Pamplona, 18;
12) Luciano Burti, 16;
13) Allam Khodair e Felipe Maluhy, 14;
15) Marcos Gomes, 12;
16) Giuliano Losacco, 10;
17) Xandinho Negrão, 9;
18) Eduardo Leite, 6;
19) Valdeno Brito, 4;
20) Lico Kaesemodel, 1 ponto.

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Cello-Beatbox

Esse maluco manda muito bem…

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Pelada

Se lá fora os comerciais de futebol são recheados de estrelas internacionais, superproduções e cachês astronômicos, aqui a Penalty mandou muito bem ao retratar o talento nacional anônimo. A bola rola do nosso jeito. Magnífico!

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