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Oh, Yeah!

Matthew Broderick é o garoto propaganda do novo Honda CR-V

São Paulo (Save Ferris) – Para quem é fã do filme Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) vai se deliciar com esse filmete da Honda dos EUA.

No caso, a montadora nipônica resgata Matthew Broderick num dos papéis de maior destaque da sua carreira, o desencanado Ferris Bueller, para estrelar uma propaganda do novo CR-V.

O comercial é quase um relançamento do filme, com as cenas mais marcantes do longa dirigido pelo gênio John Hughes em 1986 sobre o garoto que mata um dia de aula para aproveitar ao lado da namorada Sloane e do amigo Cameron. Eles fazem falta no comercial, mas…

Veja abaixo e divirta-se.

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Arquivado em carros, Comerciais, filmes

Música para ouvir

SÃO PAULO (gentlemen, start your engines) – Voltando a falar de velocidade e música, puxo um gancho para o cinema. A Sétima Arte sempre produz boas películas que têm como tema o esporte. O automobilismo é um tema recorrente e normalmente bem retratado em Hollywood. E é sobre filmes de corridas a ideia do post dessa semana aqui no Sauladas.

Faz um tempo, houve um bate-papo internético onde alguns amigos, entre eles o jornalista especializado em automobilismo e grande parceiro Rafael Lopes – do blog Voando Baixo – no Globo.com, estavam falando sobre os melhores filmes do tema, ou o que cada um achava mais legal. São vários… um dos meus favoritos é Dias de Trovão, com Tom Cruise ainda em ascenção e Nicole Kidman conquistando seu lugar ao sol na indústria. Destaque para o John C. Reilly, que participa de dois filmes sobre a Nascar (Dias de Trovão e Ricky Bobby – a toda velocidade).

E o filme tem cenas muito bem feitas de corrida, que são o coração e a alma da história. Sem isso, a representação nas telonas seria um fiasco, como foram algumas cenas do Alta Velocidade, filme meio mequetrefe do Stallone (mas que mesmo assim figura na minha lista) que retrata a Fórmula Indy.

Toda vez que ouço a música-tema do Hans Zimmer (um gênio), eu queria estar numa manhã cedinho a bordo do chevrolet verde-e-amarelo #46 do Cole Trickle para dar uma volta num dos ovais míticos dos EUA, como Daytona, Indianapolis ou Milwaukee. E as cenas dos dois pilotos disputando um racha com carros alugados são impagáveis. Algo que um monte gostaria de fazer, eu inclusive. Se alguém quiser saber mais sobre o filme, clique aqui.

Esse vídeo é o comecinho do filme, mas já tem a música-tema, as imagens e todo o resto que te fazem querer continuar a assistir. Enjoy!

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Música para ouvir

SÃO PAULO (Gone in 60 seconds) – Ainda no tema “música + carros”, deixo esta preciosidade aqui para começar bem a sexta-feira.

Da OST do filme “60 Segundos” com Nicolas Cage e Angelina Jolie. Me arrepia sempre que ouço! Enjoy…

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Emerson Fittipaldi fará ponta em filme

SÃO PAULO (nada mais justo) – Depois de Ronaldo Fenômeno dizer que vai participar de um filme, agora é a vez de Emerson Fittipaldi ser anunciado numa produção da sétima arte. Trata-se do filme “Carros 2”, continuação do sucesso de animação nos cinemas lançado em 2006.

O “Rato”, bicampeão da Fórmula 1 (1972 e 74), irá dublar um dos carros do filme para a versão em português e algumas em espanhol. No original em inglês, o carro será dublado por Lewis Hamilton. Abaixo, o release:

O campeão Emerson Fittipaldi será um dos personagens da animação “Carros 2” (Disney.Pixar). Fittipaldi dublou o personagem durante esta semana nos Estúdios Delart no Rio de Janeiro. O filme em 3D tem previsão para estreia no final de junho, nos EUA. Na animação, Fittipaldi aparece como é na vida real, representado por um carro que é um grande astro das pistas e tem o seu nome. O ídolo dublou nas línguas portuguesa e espanhola, já que sua voz será usada no Brasil e em alguns países da América Latina. Em outras localidades, o filme terá a voz original, que é do piloto Lewis Hamilton. O personagem, um dos grandes nomes do automobilismo, participará com o protagonista, Relâmpago McQueen, do Grand Prix Mundial, grande campeonato que elegerá o carro mais rápido do mundo.

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Camareros

SÃO PAULO (só na vontade) – Quando trabalhei na AG2 Publicis Modem, que faz o site da Chevrolet no Brasil, vi de antemão em fevereiro esse comercial sobre os apaixonados pelo Camaro, um ícone sobre rodas que desde os anos 60 cativa corações, ouvidos e pés-direitos de muita gente, mas que é privilégio de poucos felizardos.

São três peças muito bem produzidas, com esmero, sobre essa fissura que só os camareros conseguem explicar (ou tentam, pelo menos) e que só quem sentou em um exemplar sabe como é. São várias gerações do carro e de pessoas, que foram cativadas pelo muscle car. Os proprietários do Camaro falam sobre suas experiências com seus bólidos, desde a primeira geração até a atual. Também há relatos sobre a equipe de designers e engenheiros da Chevrolet sobre a geração atual.

O Camaro foi e é basicamente um dos maiores concorrentes do Mustang. Cada qual com suas particularidades, o Camaro chega à sua quinta geração, que também já é revendida oficialmente por aqui. O carro é uma das estrelas do filme Transformes, onde ganha vida como o robô “Bumblebee”, protetor do protagonista interpretado muito bem pelo ator Shia LaBeouf.

Eu acho esse carro um dos mais bonitos já feitos no mundo, especialmente a segunda geração, do início dos anos 70. Pena que está fora do meu alcance e, se estivesse, o motor ia reclamar de ficar andando só até a terceira marcha. Mas é um espetáculo sobre rodas.

Confira os filmes abaixo.

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Made in China (4)

SÃO PAULO (acabou o domínio)– Depois de ver o GP da China de Fórmula 1 até o final e de ter um domingo bem ocupado, só agora achei um tempinho para escrever aqui sobre a corrida. Também teve a Stock Car de manhã, mas isso fica para depois. Vamos ao que interessa.

Para quem reclamava que a Fórmula 1 estava chata, que os GPs da Austrália e Malásia foram meio mornos mesmo com as artificialidades inventadas pela FIA, teve de engolir seco – eu incluso. A corrida em Xangai foi excelente, a melhor desse ano e melhor até que as últimas da temporada passada. E quem esperava um domínio da Red Bull com Sebastian Vettel, foi surpreendido com reviravoltas, estratégias diferentes, disputas pela primeira posição o tempo todo entre vários pilotos diferentes, drama com pneus e alternativas mil. Sensacional!

Grande parte do crédito dessa prova memorável vai para os pneus da Pirelli, aliados à dupla DRS + KERS. A borracha italiana é temperamental, uma hora ela dura bastante, outra hora acaba de uma vez. É um fator decisivo para as estratégias de corridas. E quem se deu bem nesse GP foi a McLaren com seu menino-prodígio de outrora, Lewis Hamilton, vencedor com uma vitória maiúscula na China, conquistada na gana. Vitória de encher os olhos, emocionante, uma vitória da equipe inteira.

O inglês, que quase ficou fora da prova por causa de um vazamento de combustível antes da largada, conseguiu alinhar seu carro no grid a 30 segundos do fechamento dos boxes depois da equipe suar para resolver o problema. Na largada, pulou na frente de Vettel na primeira curva junto de seu companheiro Jenson Button, deixando o alemão da Red Bull em terceiro. Sebastian novamente teve problemas com o KERS da Red Bull e deixa a escuderia austríaca em alerta para resolver este problema que lhe custou a vitória. Já são três corridas que o aparato não funciona direito. Uma quarta já começaria a ficar trágico.

Mas com uma excelente estratégia de três paradas, Hamilton ainda teve de superar Vettel a cinco voltas do fim, numa bela manobra. Mais constante o tempo todo, o inglês foi inteligente de ter economizado um jogo de pneus macios na classificação, o que deu uma vantagem a mais para sair da China com o troféu de primeiro lugar.

Foram vários os personagens dessa prova. Alguns com mais destaque, outros nem tanto. Mas um dos que protagonizaram uma bela corrida foi Mark Webber.

Ele mesmo, o australiano que largou em 18° veio jantando todo mundo, com paciência e determinação, e escalou o grid inteiro para fechar a prova na terceira posição, logo atrás de seu companheiro, Vettel, o segundo colocado.

Uma prova brilhante de Webber, que no pódio exibiu aquele sorriso de missão cumprida, satisfeito, e que mostrou o velho brilho nos olhos, adormecido nos últimos tempos. Arrisco dizer que mais umas 10 voltas ele estaria dividindo curva com Hamilton pele primeiro lugar.

O único abandono foi de Alguersuari (Toro Rosso), que ficou sem uma roda depois de um pit stop. Felizmente não houve nada de mais, a roda parou na grama e Jaime se arrastou com três rodas até parar. De resto umas disputas aqui e ali com alguma veemência, como Pérez e Sutil, com uns bicos e aletas voando, e Koba-san, o mito, que apareceu com meio bico quebrado, mas logo consertado.

Falando em Kobayashi, o japonês vai deixar Schumacher louco. Mais uma vez, um pequeno duelo entre eles. O heptacampeão parece ser a vítima preferida das ultrapassagens do mito. E a Sauber vai se firmando com um carro estável, que levou Koba-san ao 10° lugar, nada mau. Só Pérez que abusou demais e ficou só em 17° depois de ser punido por causar um acidente.

E a cena mais pitoresca deste GP ficou a cargo de Jenson Button. O mclariano foi fazer seu pit-stop e errou de box; entrou no da Red Bull. Vettel vinha logo atrás. Os mecânicos ficaram loucos e mandaram o inglês passar rápido. Na saída, Vettel pulou à frente de Button. No mínimo curioso. Seria interessante ver se, no ato mecânico de se fazer pi-stops ultra-rápidos, a Red Bull trocasse os pneus de Button. E o inglês assumiu a culpa: “Estava olhando para baixo e errei o lugar”, disse ele.

No fim, Button teve problemas com seus pneus e torceu para a prova acabar logo. Conhecido por saber poupar a borracha como poucos pelo seu estilo de pilotagem, eu mesmo achava que ele fosse superar Hamilton, mas o que se viu foi o contrário. Jenson sofreu com o desgaste e poderia ter terminado até mais para trás do que o 4° lugar.

Já as Renault não mantiveram o mesmo desempenho das duas provas iniciais, onde conquistaram dois terceiros lugares. Petrov e Heidfeld, após largar em 10º e 16º, chegaram em 9º e 12º, respectivamente. A Renault foi uma das equipes que adotou a estratégia de duas paradas, que não se mostrou a mais eficiente durante a corrida. E Nick ainda teve problemas com o KERS.

Na Ferrari, Massa saiu satisfeito com o 6° lugar. Felipe pilotou como há tempos não pilotava. Um ótimo desempenho, que beneficia sua posição na equipe, e dá um ânimo revigorado para a Turquia. Já na largada o brasileiro mostrou isso, dando um pulo espetacular, quase ficou em terceiro, mas Vettel conseguiu fazer a primeira volta na frente dele.

Massa andou sempre perto dos líderes na prova, ficou em segundo durante muito tempo e chegou distantes 15 segundos à frente do companheiro bicampeão, Alonso, mas a Ferrari errou em fazer duas paradas. No fim, quase sem pneus, Felipe foi ultrapassado e se contentou em pontuar.

O outro ferrarista, Alonso, mais brigou com o carro do que pilotou. Se tem um bom ritmo de corrida, a Ferrari sofre com a deficiência aerodinâmica. Os pacotes novos para o carro não estão resolvendo, vai ser difícil entrar na fase europeia do calendário assim. Que resolva logo.

Menção honrosa para Nico Rosberg e Michael Schumacher. A Mercedes andou muito bem e fechou a primeira perna asiática em 5° e 8°, respectivamente. Schumi largou de 14°. E Rosberg chegou a liderar por várias voltas, mas o consumo de combustível o fez tirar o pé no fim e matou as claras chances de pódio. Mas a equipe melhorou muito e está no caminho certo.

A Williams se perdeu esse fim de semana, nada deu certo. Barrichello ficou andando lá atrás, sem poder extrair muita coisa do carro e se limitou a completar a corrida. Maldonado sumiu. Uma corrida para esquecer. Tomara que a equipe se acerte para a Turquia, porque está ficando crítico.

Lá atrás, a Lotus pôs uma volta sobre as Virgin e as Hispania, um feito e tanto. Foi o melhor desempenho da equipe desde que estreou no ano passado. E as Hispania terminaram a prova com os dois carros, outro feito e tanto.

Por último, vou falar de Paul di Resta, que quase marcou seu terceiro ponto. Ficou meio segundo apenas atrás de Koba-mito. Esse escocês é muito bom piloto.

GP da China – Resultado da prova:

1°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 56 voltas
2°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 5s1
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 7s5
4°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), a 10s0
5°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 13s4
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 15s8
7°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 30s6
8°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 31s0
9°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 57s4
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min03s2
11°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1min08s7
12°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1min12s7
13°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1min30s1
14°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1min30s6
15°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1 volta
16°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 1 volta
17°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1 volta
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
19°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 1 volta
20°. Jérome D’Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
21°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 2 voltas
22°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
23°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) a 2 voltas
24°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), Abandonou

Classificação – Pilotos

1°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 68 pontos
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 47
3°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 38
4°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 37
5°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 26
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 24
7°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 17
8°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), 15
9°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 10
10°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 7
11°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 6
12°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 4
13°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 2
14°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), 2 pontos

Classificação – Equipes

1°. Red Bull-Renault, 105 pontos
2°. McLaren-Mercedes, 85
3°. Ferrari, 50
4°. Renault, 32
5°. Mercedes, 16
6°. Sauber-Ferrari, 7
7°. Toro Rosso-Ferrari, 4
8°. Force India-Mercedes, 4
9°. Lotus-Renault, 0
10°. Virgin-Cosworth, 0
11°. Williams-Cosworth, 0
12°. Hispania-Cosworth, 0

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Genial!

SÃO PAULO (magnífico!) – Quem abrir a página do Google hoje vai encontrar esse filmete aí, com música de vaudeville, tema recorrente de piano no cinema mudo e um estilo muito peculiar e bonito de gênero musical.

Mas o filmete é uma linda homenagem ao gênio Charlie Chaplin, que imortalizou seu personagem Carlitos. Seria o centésimo vigésimo segundo aniversário deste mestre da arte.

Já vi quase todos os filmes dele. E adoro. É um gênio mesmo, no sentido maiúsculo da palavra. Esses filmes são atemporais. Chaplin é o cineasta mais homenageado da história da sétima-arte. É só um pecado que Hitler tenha usado seu bigode de brocha e deixasse como uma marca registrada negativa, anos depois, algo que era um símbolo de humor e paz.

É algo que faz falta hoje em dia, esse humor simples. Coisa que o Roberto Gomes Bolaños, o Chaves, faz com descarada inspiração no mestre e há mais de 30 anos (de reprises) ainda faz rir.

Achei uma maravilha este scketch em preto-e-branco! Enjoy.

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Nota triste

SÃO PAULO (vai cedo) – Morreu hoje (ontem, pela hora que escrevo), dia 29/03/2011, em São Paulo, aos 79 anos de idade, o ex-vice-presidente José Alencar. Foi cedo, mas pensando por outro lado, descansou dessa vida, depois de 12 anos de luta contra o câncer.

Quando eu era editor e repórter do G1, fui escalado para ir de madrugada cobrir mais uma internação de Alencar no hospital Sírio-Libanês. Nas redações, apelidavam o político como “Highlander”, em alusão àquele filme de 1986 com o Christopher Lambert, que era o “guerreiro imortal”. E já sabendo do apelido e da fama de Alencar por ter enganado a morte várias vezes, sabia que não seria naquele dia que o Criador iria chamá-lo para compor suas fileiras celestiais.

Fiquei ali, colhendo informações com os assessores e médicos e fiz algumas rápidas amizades, me enturmando com cinegrafistas, assistentes e outros repórteres que passaram a madrugada na porta do hospital, a base de café e pizzas (que alguma equipe de TV comprou após uma vaquinha feita ali, na hora). Todos dizíamos a mesma coisa, que ele ainda ia sair de lá sorrindo e ia viver bastante. E viveu. Esse episódio que relato aqui foi há quase 2 anos.

O Brasil perde um grande homem, mais um exemplo de vida para esse povo. Pena.

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