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Rubinho na Stock

São Paulo (palpiteiro) – Rubens Barrichello foi anunciado como novo membro da Equipe BMC Racing na Stock Car na última terça-feira, em evento no kartódromo da Granja Viana. Mas calma, ele não irá ser piloto da equipe e sim, consultor técnico.

Diretoria da BMC com Tuka, Galid, Barrichello e Ferreira no lançamento (Foto: Miguel Costa Jr/RF1)

O veterano piloto, recordista de participações na Fórmula 1 com 326 provas, fechou a parceria com a equipe da sua principal patrocinadora na Fórmula Indy e que terá como pilotos na categoria brasileira Tuka Rocha e Galid Osman. Rubinho irá passar sua experiência no automobilismo para ajudar os jovens pilotos da equipe em tudo que ele puder, mas como os calendários da Stock Car coincide em alguns momentos com o da Indy, o novo consultor só estará presente quando possível. Todavia ele deixou seu telefone para os dois fazerem um DDI a cobrar se necessário for.

Bacana a inciativa da BMC. Usa a experiência de um piloto altamente gabaritado, dá mais visibilidade à sua equipe, a Rubinho e aos dois pilotos, além de reforçar a imagem de empresa séria que veio com tudo investindo no automobilismo. E também aproveita para aproximar mais um pouco Barrichello da Stock Car, que ele mesmo admite ser uma opção para o futuro, quando estiver por parar com a carreira em monopostos.

A matéria completa está aqui, no Portal Oh!Men, do qual sou colunista/repórter/e-mais-alguma-coisa da seção de Esportes e Entretenimento. O portal é uma inciativa de amigos meus e vai indo muito bem, obrigado. Visitem lá, comentem aqui.

Rubens Barrichello, consultor técnico da BMC Racing, conversa com Tuka Rocha (Foto: Miguel Costa Jr/RF1)

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“Amor, tira essa câmera daí!”

SÃO PAULO (“tá em modo de espera”) – O sorocabano Átila Abreu, piloto da equipe AMG na Stock Car, que é capitaneada pelo multicampeão Ingo Hoffmann, postou no YouTube e no Facebook um vídeo onde ele leva sua namorada, a apresentadora Renata Fan, a bordo do carro de “volta rápida” da Stock, que nada mais é que um carro promocional com um assento a mais para o passageiro. E ele dá uma judiada de leve na carona.

Como não podia deixar de ser, a moçoila se apavora com a pilotagem do amado, chegando a dar uns tapas nele. Ele lá, tranquilão, sem nem pisar muito fundo e toda hora destampando a visão de Renata, que cobria os olhos, para que ela “curtisse” o passeio. Hilário!!! E ainda tenta dar um “migué” que a luz vermelha da câmera é o “modo de espera, não está gravando”. E ele ainda tem a manha de perguntar se ela queria dar mais uma voltinha.. Quero ver o que a apresentadora vai planejar para dar o troco no piloto!

Veja:

Na hora que eu vi, me lembrei deste vídeo aqui do Riccardo Patrese, ex-piloto da Fórmula 1, que também levou sua esposa para um passeio num Honda Civic Type-R. Ela se apavora bem mais, e quando ele passa por sobre as zebras então… O mais legal é ela xingando o marido: “Riccardo, frena!!! Ma é stronzo, va’ fa’ un culo…”

Confira:

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Casco novo

Vi no twitter do Thiago Marques, piloto da equipe AMG que competirá na Copa Petrobras de Marcas, com um Chevrolet Astra. Thiago foi companheiro de Átila Abreu na Stock Car pela mesma AMG de Ingo Hoffmann lá e usava um capacete com a cor branca no lugar do atual preto. Achei esse casco novo bem mais bonito.

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De carona com o “japonês”

SÃO PAULO (tirando tinta) – Muito legal essa câmera onboard no carro do Allam Khodair. É um resumo da prova de Ribeirão Preto. E por aí você vê como o piloto tem uma dificuldade de enxergar as curvas e os cantos do carro (a câmera está um pouco acima do capacete do piloto). Dá até para se encolher um pouco quando o muro chega perto, passa raspando. E muitas vezes, raspa mesmo.

Já andei em algumas “voltas rápidas”, que são as promoções que os patrocinadores fazem com o público e alguns convidados nos carros de volta rápida preparados pelas equipes(esse carro tem um banco de passageiro). Na linha de visão do piloto, você não vê o bico do carro e mal sabe onde está a curva. O segredinho é olhar para frente para ver a continuidade da pista, ou seja, você já viu a curva e sabe que ela está chegando, aí contorna olhando para onde a pista vai, quase no feeling.

Então confiram a carona com o “japonês” da Stock. Que na verdade, é descendente de libaneses.

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Ribeirão Preto é bão, sô…

SÃO PAULO (puxando o érre) – No último domingo aconteceu mais uma etapa da Copa Caixa Stock Car, a terceira, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. E a vitória ficou com um “caipira”. Pela segunda vez.

Átila Abreu, piloto de Sorocaba e com quem tive o prazer de trabalhar em 2010, obteve sua segunda vitória na categoria, curiosamente as duas no circuito de rua de Ribeirão Preto, que recebe pela segunda vez na sua história uma das principais categorias de turismo do país.

Ainda carregando um leve sotaque interiorano, Átila, emocionado pela conquista, dedicou a vitória a Gustavo Sondermann, piloto que faleceu num acidente em Interlagos há pouco mais de duas semanas. Sondermann foi companheiro de equipe do sorocabano em 2010.

“Foi uma vitória muito mais difícil e desgastante do que no ano passado. Apesar disto tive um ritmo muito bom, a equipe AMG me deu um carro bem equilibrado e fizemos uma boa estratégia de pit stop, onde eles novamente mostraram toda a sua eficiência, me devolvendo na liderança”, declarou Átila, que fez questão de acrescentar. “Quero dedicar esta vitória em memória ao Gustavo (Sondermann), meu companheiro de equipe no ano passado e uma pessoa maravilhosa. Valeu Gustavo”.

O piloto da AMG agora já pode ser chamado de o “Rei de Ribeirão”. E, segundo ele mesmo, o clima da cidade casa perfeitamente com suas raízes, onde interior com interior se entendem muito bem: “Sou do interior, sempre fui bem acolhido pelo povo daqui de Ribeirão Preto e por isto fico feliz em correr e vencer aqui”, disse.  E a equação Átila+AMG+Ribeirão=vitória está virando fórmula definitiva na capital do etanol. É que para o ano que vem, a prefeitura de lá quer fazer o circuito em outra área da cidade, então, a se confirmar isso, a marca do sorocabano ficará para sempre.

Largando em terceiro, Abreu fez uma corrida impecável. Logo no início da prova, com melhor equipamento e arriscando mais, passando rente aos muros, Átila ultrapassou Cacá Bueno na terceira volta. O tricampeão da categoria teve um início difícil de prova, com problemas na caixa de direção de seu Peugeot e logo foi passado também por Allam Khodair.

Após perseguir o líder Luciano Burti, que havia largado na pole-position, o piloto da AMG Motorsport fez o seu pitstop obrigatório na sexta volta , que foi a chave do sucesso. Com o trabalho eficiente da equipe, Átila voltou na nona posição, mas os outros pilotos também tinham de parar e logo ele assumiu a ponta.

O calor intenso, os muros próximos e o desgaste dos freios no circuito de rua deixaram a prova mais emocionante. Algumas escapadas de pista foram normais, caso dos pilotos Luciano Burti, Alceu Feldmann, Antonio Pizzonia, Tuka Rocha e Rodrigo Navarro, mas não atrapalharam a prova. O Safety-Car foi acionado algumas vezes, mas em todas as relargadas, Átila se manteve na ponta e, inteligentemente, foi usando o push-to-pass que havia economizado durante a prova para receber a bandeirada quadriculada sem ninguém à sua frente.

E Khodair, que tanto se esforçou para ser o primeiro, vacilou assim que foi dada a última relargada, na volta 33, e perdeu o segundo posto para Max Wilson, que fechou a corrida nessa posição e é novo líder do campeonato. Cacá Bueno, que também dispunha de uma reserva para ultrapassar, ganhou o terceiro posto e completou o pódio.

Para uma prova de rua, saldo positivo de poucos acidentes, nenhuma bandeira vermelha e muita emoção.

Etapa de Ribeirão Preto – final:

1) Átila Abreu (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), 38 voltas 49min25seg193mil;
2) Max Wilson (Eurofarma RC/Chevrolet), a 0.959;
3) Cacá Bueno (Red Bull Racing/Peugeot), a 3.204;
4) Allam Khodair (Blau Vogel/Chevrolet), a 4.723;
5) Ricardo Mauricio (Eurofarma RC/Chevrolet), a 5.728;
6) Marcos Gomes (Medley FullTime/Peugeot), a 6.627;
7) Xandinho Negrão (Medley FullTime/Peugeot), a 7.010;
8) Thiago Camilo (RCM Motorsport/Chevrolet), a 7.725;
9) Julio Campos (Scuderia 111/Peugeot), a 8.509;
10) Popó Bueno (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 9.459;
11) Felipe Maluhy (Officer ProGP/Chevrolet), a 10.866;
12) Giuliano Losacco (Hot Car Competições/Chevrolet), a 11.374;
13) Eduardo Leite (Hot Car Competições/Chevrolet), a 12.110;
14) Duda Pamplona (Officer ProGP/Chevrolet), a 12.673;
15) Valdeno Brito (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 13.825;
16) Lico Kaesemodel (RCM Motorsport/Chevrolet), a 16.646;
17) Cláudio Ricci (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 17.764;
18) Diego Nunes (Bassani Racing/Peugeot), a 18.114;
19) David Muffato (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 1 Volta;
20) Alan Hellmeister (Scuderia 111/Peugeot), a 1 Volta;

Abandonaram:
21) Rodrigo Navarro (JF Racing/Peugeot), a 4 Voltas;
22) Rodrigo Sperafico (JF Racing/Peugeot), a 5 Voltas;
23) Tuka Rocha (BMC Vogel/Chevrolet), a 9 Voltas;
24) Daniel Serra (Red Bull Racing/Peugeot), a 10 Voltas;
25) Luciano Burti (Itaipava Racing Team/Peugeot), a 12 Voltas;
26) Nonô Figueiredo (Esso Mobil Super Racing FTS/Chevrolet), a 14 Voltas;
27) Alceu Feldmann (A.Matheis Motorsport/Chevrolet), a 17 Voltas;
28) Betinho Valério (Amir Nasr Racing/Peugeot), 20 Voltas;
29) Antonio Pizzonia (Amir Nasr Racing/Chevrolet), a 27 Voltas;
30) Antonio Jorge Neto (A.M.G. Motorsports/Chevrolet), a 29 Voltas;
31) Ricardo Zonta (Crystal Racing Team/Chevrolet), a 35 Voltas;
32) Denis Navarro (Bassani Racing/Peugeot), a 38 Voltas.

Classificação da Copa Caixa Stock Car depois de três etapas:

1) Max Wilson, 52 pontos;
2) Thiago Camilo, 47;
3) Átila Abreu e Cacá Bueno, 46;
5) Ricardo Maurício, 28;
6) Ricardo Zonta, 24;
7) Popó Bueno, 22;
8) Daniel Serra, 21;
9) David Muffato, Júlio Campos e Duda Pamplona, 18;
12) Luciano Burti, 16;
13) Allam Khodair e Felipe Maluhy, 14;
15) Marcos Gomes, 12;
16) Giuliano Losacco, 10;
17) Xandinho Negrão, 9;
18) Eduardo Leite, 6;
19) Valdeno Brito, 4;
20) Lico Kaesemodel, 1 ponto.

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